Romper patente de droga da hepatite afronta direito, diz diretor da Gilead

São Paulo — Desde que o Ministério da Saúde anunciou uma meta para eliminar a hepatite C no Brasil até 2030, veio à tona um debate sobre a quebra de patente de um medicamento que cura 95% dos casos da doença.
Em setembro, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) concedeu a patente do sofosbuvir para a farmacêutica americana Gielad.
Com a decisão do INPI, a Farmaguinhos-Fiocruz ficou impedida de produzir um genérico do medicamento, que traria uma economia de 1 bilhão de reais para o Ministério da Saúde.
O tratamento pelo SUS com o sofosbuvir chega a custar 35 mil reais por Leia tudo…

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