Pesquisadores descobrem genes que podem ajudar no tratamento de leishmaniose visceral no Brasil

Pacientes brasileiros dependem de tratamento intravenoso por causa de resistência ao medicamento oral já existente. Mosquito-palha é o vetor que transmiste o protozoário da leishmaniose
James Gathany/CDC
Pesquisadores da Universidade de York identificaram genes em um parasita que podem ajudar os médicos a prever os resultados do tratamento medicamentoso para pacientes com leishmaniose visceral no Brasil.
Os resultados podem levar a um novo teste prognóstico que pode prever quais pacientes responderão bem ao tratamento medicamentoso e quais pacientes necessitam de soluções alternativas.
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