Hospital das Clínicas e startup testam remédio digital para dor de artrose

São Paulo — Ao invés de tomar um comprimido para a dor, o físico Marcelo Sousa, fundador da Bright Photomedicine, criou um remédio digital e quer que as pessoas se curem com luz.
Para fazer o projeto acontecer, Sousa fundou uma startup com um capital inicial de 200 mil reais. O pesquisador também recebeu 600 mil reais de investidores interessados no produto, além de 1 milhão de reais da Fapesp para desenvolver sua pesquisa. Para ir ainda mais longe, a empresa está com um financiamento coletivo aberto a quem quiser colaborar com os estudos do remédio digital.
Doutor em fotoneuromodulação (área que Leia tudo…

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