Deficiente visual relata emoção de ‘ver’ ultrassom de bebê pelo tato

Molde foi feito quando gravidez atingiu 29 semanas
Pixabay

Quando descobriu que estava grávida da primeira filha, a economista Marcela Villela, 36, assim como ocorre com a maioria das mulheres, ficou ansiosa para fazer o primeiro ultrassom. Era a chance de ter sinais concretos da vida que carregava em seu corpo.

Ao sair da sala, no entanto, sentiu um misto de sentimentos. Felicidade por saber que a filha estava bem de saúde e frustração por não ter a possibilidade de sentir a presença da bebê.

Deficiente visual desde o nascimento, Marcela não podia ver a filha Leia tudo…

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