Cineasta: ‘Todos se ajudam quando alguém tem Alzheimer na periferia’

Cena do filme “Alzheimer na periferia” que mostra ‘puxadinho’ na casa de Cida
Reprodução

Para cuidar da dona Cida, que aos 82 anos foi diagnosticada com Alzheimer, a família de 12 pessoas que mora no mesmo terreno na Brasilândia, zona norte de São Paulo, estabeleceu uma espécie de revezamento “para não sobrecarregar ninguém”.

“Quando tinha que transportá-la quem ajudava eram os homens, já cuidados como banho, troca de fralda e comida eram as mulheres”, conta a dona-de-casa Mirian Santos, 57, um dos cinco filhos.

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